quarta-feira, 29 de abril de 2009

CURSOS E PALESTRAS DE ARTES E ED. FÍSICA.

E ae pessoal!
Vim aqui convidar vocês pra um evento que estará ocorrendo a partir do dia 30 de Abril e vai até o dia 3 de Maio. Na verdade são 4 em 1!
É o 12o Encontro Sul-mato-grossense de Educação Física (APEFMF). 10a Jornada de Atividade Física (UCDB). 3o Congresso de Educação Física (UNIDERP) e 1o Seminário de Artes (IESF).
São oferecidos 12 cursos, no periodo da manhã, alguns pela tarde e outros a noite. Além das palestras na área de Artes e de Educação Física.

Os cursos são:
- Jogos Cooperativos
- Atividade Física para a 3a idade
- Iniciação Desportiva em Orientação
- Cultura Popular e Estética
- Testes, Medidas e Avaliação
- Trabalhando com Recreação
- Atividades Circenses na Educação Física Escolar (achei muito bacana!!!)
- Música na Escola
- Iniciação ao Xadrez
- Atividades Lúdicas
- Avaliação Antropométrica e de Aptidão Física
- Teatro - Um fazer pedagógico

Acho que o curso de teatro e as palestras de artes é de interesse de todos, então deixo o conteúdo e a programação pra vocês :


Curso: Teatro - Um fazer pedagógico (1 e 2 de maio de 2009) - 17h40 ás 21h40
Prof. Msc. Amirtes Carvalho
Objetivos do curso:
- Identificar modalidades do teatro e suas características fundamentais
- Identificar etapas de produção de um texto teatral, especificidades do texto dramatico e as características do teatro de bonecos.

Conteúdo do curso:
- Corpo- Explorar a voz- Movimentos Corporais- Atenção, Entrosamento e Relaxamento- Utilização de figurino- Cenário e adereços- Tipos de Teatro- Teoria Teatral aplicada a educação- Produção e montagem teatral- Exercícios prepartórios para o teatro de bonecos- Espaço cênico do boneco- Pape do teatro de boneco na educação- Som, Foco, Ritmo e Força- Expressão Corporal e Facial- Texto para o teatro de boneco

Palestras de Artes: (1 e 2 de maio de 2009) - 8h ás 9h

Local dos cursos: Escola Ativa Idade (Bairro Chácara Cachoeira)
Instituto de Ensino Superior da FUNLEC (ao lado do Oswaldo Tognini)
Inscrições e Informações : 9994 - 6035 (Eliana) 3346 - 7496
e-mail:
apefms@yahoo.com.br

Atenção pessoal!
Credenciamento e entrega de material: 30 de abril de 2009, ás 18hs no Buffet Camelot - Rua Michael Scaff - Bairro Cachoeirinha.
Depois do credenciamento, ás 19hs acontece a Abertura do evento, ás 20hs acontece uma palestra.

Um abraço.
Rafael Valente

quinta-feira, 23 de abril de 2009

TEATRO, UMA ARTE DE GRUPO.


Teatro é sim, antes tudo, uma arte de grupo. Quem não conhece como funciona a estrutura da arte do Teatro, não imagina o quanto de pessoas estão envolvidas em uma apresentação teatral. Mesmo que ela seja um monólogo, o ator em cena é só o artista principal, pois nos bastidores, outros tantos dão um duro danado para que tudo saia perfeito.Esse conceito de teatro de grupo é bem comum e muito melhor identificado no meio amador, onde os atores têm e necessitam participar de todo o processo para que a peça seja colocada em cartaz, mesmo que somente alguns deles estejam em cena.Se você realmente gosta de teatro e pensa em procurar um grupo para colocar toda a sua veia artística para fora, pense bem se está disposto a colaborar em todo o processo. Não adianta chegar dizendo que quer o papel principal e nem ficar fazendo biquinho se não for escalado para estar em cena.
Existem outras funções primordiais para que o espetáculo aconteça.É claro que o objetivo de todo ator é estar em cena, mas nem sempre é possível disponibilizar um texto que comporte todo o elenco do grupo, mesmo porque, necessita-se de alguém que cuide da luz, que cuide do cenário, do figurino, que fique na bilheteria, etc. A vida do teatro é dura. E a de ator de teatro amador é pior ainda.Quando se é profissional a equipe da produção se encarrega de tudo, o ator só precisa chegar com o texto decorado e desempenhar o seu papel em cima do palco, não há maiores preocupações além de sua interpretação, pela menos na hora da apresentação. Mas, mesmo os atores profissionais precisam desse conceito de grupo, para poderem colocar seus espetáculos em cartaz.
Então, quando se consegue reunir um grupo de pessoas dispostas a cederem em prol do sucesso de todos, é fácil se montar bons espetáculos e isso fica claro em cena, pois os atores que estão no palco se preocupam apenas com suas interpretações, pois todos têm a certeza que todo o grupo está trabalhando para o sucesso final.
Por isso, você de cada grupo de teatro, principalmente os amadores, tenham em mente a questão da unidade do grupo, mesmo que a vaidade individual insista em atrapalhar o bom desempenho do grupo, procure entender que quanto mais funções você souber executar dentro de uma produção teatral, um melhor ator você será.
(Postado por Rafael Valente)

IMPROVÁVEIS TEATRO CLUBE.



Pessoal!
Acontece nesse final de semana o espetáculo de improvisação teatral “T.P.M. – Todas Pela Medalha!” do Improváveis Teatro Clube! Dias 24, 25 e 26 de abril (sexta, sábado e domingo) sempre as 20 horas no Teatro Prosa.
No palco dois times de atrizes criam cenas improvisadas em busca de pontos. Todas as histórias são feitas a partir das sugestões dadas pela platéia que é afinal quem manda no jogo e decide ao final qual time será o grande campeão da noite!
Venha se divertir e se surpreender com um espetáculo onde nada é ensaiado!
Não percam!!
Classificação: 12 anos

Tivemos a oportunidade de ver o quanto é divertido, na nossa última aula!

Rafael Valente.

Aula dia 24.04.2009

Maquinas trabalhando!

Plateia!

Mais plateia!


Rafas!

Convidadas da aula de hoje. Muito bom.

Eu!

Interagindo e ganhando da Fernandaaaaa no Jogo de Perguntas!

Aoowww!

Aviador! Bip. Bipbipbipbip. Jaaaaaames!

OFICINA DE CRIAÇÃO TEATRAL.


EXPRESSÃO CORPORAL - Artigo Científico.

Já que trabalhamos com a Expressão Corporal e o nosso corpo em nossas aulas, acho viável a leitura desse artigo. Boa leitura.

Título do artigo: O CORPO NA EDUCAÇÃO FÍSICA, NAS ARTES CÊNICAS E NA MÚSICA: UM ESTUDO COMPARATIVO.
Pamella Schefer Corrêa
Neide das Graças de Souza (UFOP)
GT:Estudos da Performance
Palavras-chave:Ação corpórea, expressividade, educação pelo movimento


Segue abaixo o link do artigo científico:
http://www.portalabrace.org/ivreuniao/GTs/Performance/O%20Corpo%20na%20Educacao%20fisica%20nas%20artes%20cenicas%20e%20na%20musica%20um%20estudo%20comparativo%20%20-%20Pamella%20Schefer%20Correa%20Neide%20das%20Gracas%20de%20Souza.pdf


(Postado por Rafael Valente)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

HISTÓRIA DO TEATRO.

HISTÓRIA DO TEATRO
(Postado por Rafael Valente)


A consolidação do teatro, enquanto espetáculo, na Grécia Antiga, deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dioniso ou Baco (em Roma). A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões. (cortejo divino) Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "diretores de Coro", os organizadores de procissões.

Nas procissões os participantes cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio e, em procissão urbanas, se reuniam aproximadamente 20 mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as festas eram menores. O primeiro diretor de Coro foi Téspis, convidado pelo tirano Psistrato para dirigir a procissão de Atenas. Téspis desenvolveu o uso de máscaras para representar pois, em razão do grande número de participantes, era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam visualisar o sentimento da cena pelas máscaras.
O "Coro" era composto pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças, relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o ator e a platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um representante do coro que se comunicava com a platéia. Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro (hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o primeiro ator grego.


Outra fonte:

O teatro teve sua origem no século VI a.C., na Grécia, surgindo das festas dionisíacas realizadas em homenagem ao deus Dionísio, deus do vinho, do teatro e da fertilidade. Essas festas, que eram rituais sagrados, procissões e recitais que duravam dias seguidos, aconteciam uma vez por ano na primavera, períodos em que se fazia a colheita do vinho naquela região.

O teatro grego que hoje conhecemos surgiu, segundo historiadores, de um acontecimento inusitado. Quando um participante desse ritual sagrado resolve vestir uma máscara humana, ornada com cachos de uvas, sobe em seu tablado em praça pública e diz: “Eu sou Dionísio!”.

Todos ficam espantados com a coragem deste ser humano colocar-se no lugar de um deus, ou melhor, fingir ser um deus, coisa que até então não havia acontecido, pois um deus era para ser louvado, era um ser intocável. Este homem chamava-se Téspis, considerado o primeiro ator da história do teatro ocidental. Ele arriscou transformar o sagrado em profano, a verdade em faz-de-conta, o ritual em teatro, pela primeira vez, diante de outros, mostrou que poderíamos representar o outro.

Este acontecimento é o marco inicial da ação dramática. Paralelos a este acontecimento sociocultural, vão surgindo os prédios teatrais gregos, que eram construções ao ar livre, formadas em encostas para facilitar o escalonamento das arquibancadas.

O prédio teatral grego era formado, basicamente, da seguinte estrutura: arquibancada, orquestra, thumelê, proscênio e palco. A arquibancada era feita de pedras e sua utilização pelos cidadãos gregos era democrática, dali todos podiam assistir com a mesma
qualidade de visão as tragédia, comédias e sátiras.

A orquestra era o espaço central circular onde o coro, formado por dançarinos, se apresentava. O thumelê era uma pedra fincada no centro da orquestra destinada as oferendas para o deus Dionísio. O proscênio destinava-se ao corifeu, líder do coro, era o espaço entra o palco e a orquestra, e o palco, construído inicialmente de madeira e mais tarde em pedra, era o espaço destinado à exposição dos cenários e para troca de figurinos e máscaras. Podemos encontrar diferentes vestígios desta
cultura artística em nosso teatro contemporâneo, bastando um estudo aprofundado por diferentes olhares estéticos.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2004.
PEIXOTO, Fernando. O que é teatro. São Paulo: brasiliense, 1998.
PIGNARRE, Robert. História do teatro. Lisboa, PT: Publicações Europa-América, S/D.