
Esta é a Programação do " ITC-Improváveis Teatro Clube".
Estamos promovendo Oficina Infantil de Teatro, debate sobre humor, Workshop e Espetáculo com Rodrigo Amém- ator e roteirista.Participem!
Abração.
Ella Costa.
“O Casamento Caipira: Olhaaaaa...Eu te Avisei!”, que mistura teatro e músicas de Caetano Veloso, João Bosco e Vinícius e Renato Teixeira numa deliciosa comédia caipira, no papel de Pedrinho Foguetão(noivo) temos o carismático ator Guto Kelmer e no papel de Chiquinha Dengosa(noiva) a doce atriz Laura Liz, fazem também parte do elenco: Diogo Adriani e Carol Emboava(pais da noiva), o padre: o ator Éderson Rodrigues e os convidados : os atores João Paulo Franco e Leandro Mansour, Kamilla Borges, Paula Emboava Ortiz, Cleiton Gomes e Lucas Molina.Na sonoplastia, a professora e pedagoga Sheila Azevedo.
Elenco de "Manual de Barro" da Arte Riso Cia. de Animação, que utiliza a linguagem do Teatro de Animação (Formas Animadas) (Campo Grande/MS)
Em maio, o Circuito Sul-mato-grossense de Teatro terá continuidade. O projeto da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) promove a circulação de produções do Estado nas cidades do interior.
A segunda etapa vai acontecer a partir de amanhã, 8 de maio, e vai até 30 de maio, nos municípios de Paranhos, Mundo Novo, Nova Andradina, Ivinhema, Naviraí, Cassilândia, Paranaíba, São Gabriel do Oeste, Rio Verde de Mato Grosso e Coxim.
O objetivo do projeto é divulgar as produções teatrais de Mato Grosso do Sul e estimular a cultura produzindo ações concretas para o melhor desenvolvimento da arte do teatro no Estado, fomentando a formação de platéia e estimulando a criação de novos grupos.
A média de público nos outros meses foi de 350 pessoas. Neste mês irão ser apresentadas onze peças e a expectativa é manter essa média até o fim do projeto.


A consolidação do teatro, enquanto espetáculo, na Grécia Antiga, deu-se em função das manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dioniso ou Baco (em Roma). A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus, através de procissões. (cortejo divino) Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram os "diretores de Coro", os organizadores de procissões.
Outra fonte:
O teatro teve sua origem no século VI a.C., na Grécia, surgindo das festas dionisíacas realizadas em homenagem ao deus Dionísio, deus do vinho, do teatro e da fertilidade. Essas festas, que eram rituais sagrados, procissões e recitais que duravam dias seguidos, aconteciam uma vez por ano na primavera, períodos em que se fazia a colheita do vinho naquela região.
O teatro grego que hoje conhecemos surgiu, segundo historiadores, de um acontecimento inusitado. Quando um participante desse ritual sagrado resolve vestir uma máscara humana, ornada com cachos de uvas, sobe em seu tablado em praça pública e diz: “Eu sou Dionísio!”.
Todos ficam espantados com a coragem deste ser humano colocar-se no lugar de um deus, ou melhor, fingir ser um deus, coisa que até então não havia acontecido, pois um deus era para ser louvado, era um ser intocável. Este homem chamava-se Téspis, considerado o primeiro ator da história do teatro ocidental. Ele arriscou transformar o sagrado em profano, a verdade em faz-de-conta, o ritual em teatro, pela primeira vez, diante de outros, mostrou que poderíamos representar o outro.
Este acontecimento é o marco inicial da ação dramática. Paralelos a este acontecimento sociocultural, vão surgindo os prédios teatrais gregos, que eram construções ao ar livre, formadas em encostas para facilitar o escalonamento das arquibancadas.
O prédio teatral grego era formado, basicamente, da seguinte estrutura: arquibancada, orquestra, thumelê, proscênio e palco. A arquibancada era feita de pedras e sua utilização pelos cidadãos gregos era democrática, dali todos podiam assistir com a mesma qualidade de visão as tragédia, comédias e sátiras.
A orquestra era o espaço central circular onde o coro, formado por dançarinos, se apresentava. O thumelê era uma pedra fincada no centro da orquestra destinada as oferendas para o deus Dionísio. O proscênio destinava-se ao corifeu, líder do coro, era o espaço entra o palco e a orquestra, e o palco, construído inicialmente de madeira e mais tarde em pedra, era o espaço destinado à exposição dos cenários e para troca de figurinos e máscaras. Podemos encontrar diferentes vestígios desta cultura artística em nosso teatro contemporâneo, bastando um estudo aprofundado por diferentes olhares estéticos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: